São belas as promessas das criaturas
Que caminham umas sobre as outras, errantes
Na procura do prazer que oculta a mágoa
Esqueceram-se de nós; que pessoas decepcionantes
É de vós e de vossa cintilante presença
Que esperamos que advenha a Felicidade
Se por acaso nos falta um amigo que nos ouça
Perdemos do viver toda a vontade
Mas que mãos nos puxarão para trás
Quando à nossa frente o abismo se estender
Palavras de reconforto que se perdem no meio das outras
Remorsos e mal entendidos por esclarecer
Também minha alma fechou os olhos à verdade
E tudo deu numa tentativa tosca, bem o sei
Houve momentos em que soube a real, a meu
Mas jamais existirá a amizade que busquei.