Abrimos as velas e vamos ao sabor do vento...
Com a paz de espírito de quem não toma decisões.
Se formos aportar aonde não desejamos ir
Quem haverá então para culpar?
A idade não perdoa a falta de jeito para viver
E assim nos vamos apercebendo que talvez seja tarde.
Será ainda o tempo de parar
E ver se estamos a ir na direcção que queríamos?
Isto penso e escrevo, mas não há a força para mudar
Desapareço na sombra das expectativas alheias
E em breve me tornarei naquilo que a sociedade quer que eu seja.
Porque me pareceram tão distantes os meus sonhos ?
quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Queremos paz
Em cada dia criar, sentindo em mim o poder de quem dá vida
Logo em seguida desesperar, porque não era esta a obra pretendida
(E toda a glória vive já no passado)
Sonhando com algo mais, não reparo no que estou a viver
A vida joga-se agora, depressa cairá o anoitecer
(E que mais haverá para ver então?)
Vou com o intuito de conhecer cada coisa, amá-la se puder
Lanço os dados, faço as escolhas, junte-se a mim quem quiser!
(E sei que todos estão sedentos deste querer)
Logo em seguida desesperar, porque não era esta a obra pretendida
(E toda a glória vive já no passado)
Sonhando com algo mais, não reparo no que estou a viver
A vida joga-se agora, depressa cairá o anoitecer
(E que mais haverá para ver então?)
Vou com o intuito de conhecer cada coisa, amá-la se puder
Lanço os dados, faço as escolhas, junte-se a mim quem quiser!
(E sei que todos estão sedentos deste querer)
Posso amar eternamente aquilo que crio e que é meu, sabendo que a satisfação será sempre passageira. Ou posso partir em busca de um amor que não pertence a ninguém, mas que está lá porque existe uma afinidade para além da necessidade de ultrapassar a separação.
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