Não acredito que o sangue nos possa unir
Não acredito em fingir interesse para parecer bem
Nega-me como eu te nego a ti e seremos livres deste encargo desnecessário
Não acredito em nenhum Deus que me possa salvar da não-vivência
Eu próprio sou o Deus que tem de admitir o insucesso da sua criação
E aceitá-la, e quem sabe amá-la
Não acredito naquilo que se esconde de mim, sabendo-me sincero
A minha honestidade balanceia-me para a frente, empurra para novas conquistas
Se te procuro é porque te quero, se te quero... deixa-me querer
Não acredito que consegui seguir em frente
Ou melhor, acredito. Porque me sinto de olhos e coração abertos
Encontrei quem sou pelo caminho
Não acredito porque aprendi a acreditar .
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Um comentário:
desta vez vai mesmo ser curto.
gostei bastante. sobretudo das primeiras estrofes. (confesso que o resto me passou um pouco ao lado, talvez relendo com mais atenção...lol)
temos que combinar qualquer coisa um dia destes, já não nos falamos à algum tempo.
abraço,fica bem.
p.s. arranjaste uma admiradora "blogueira". haha.
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